sábado, 10 de setembro de 2016

No cimo da Barroca.

A nossa aldeia está numa encosta virada a Norte sombreada pela Quinta da Barroca. Um sítio que se mostrou fundamental no combate ao incêndio que nos ameaçou à 12 anos atrás. Foi lá que os helicópteros abasteceram as bolsas com água para proteger as nossas casas. Foi no topo da colina que cobre a Barroca que fizemos estas fotos:
Urta e Walquíria

Walquíria, mãe de Urta e Thuy, filha de Hevia.

Thuy, Hevia, Walquíria e Urta.

Walquíria, Thuy, Urta e Hevia.

"Eat my dust!"

Amoras silvestres... as desejadas!

"Pico o nariz a apanhar amoras! Vou convencer o primata a colher amoras para mim!"

"Convencido!"

"Vá lá! Só mais uma!"


Urta, Thuy, Walquíria e Hevia.

Urta.

Voltámos às amoras...


Urta e Walquíria.

Walquíria.

Walquíria e Thuy.

Walquíria, Urta, Thuy e Hevia.

Hevia, Thuy, Célia, Walquíria e Urta.

sábado, 3 de setembro de 2016

domingo, 26 de junho de 2016

Velhos são os trapos!

Hevia e Queen... Duas rivais na liderança da alcatilha mas em território neutro, grandes companheiras de caminhadas. Aqui, no Paúl de Tornada no início do mês. A Hevia com 10 anos e a Queen, sua mãe com 13 anos. Venham os quilómetros que para estas meninas "não há longe nem distância"!
Hevia e Queen.

Hevia e Queen.

domingo, 29 de maio de 2016

13 anos com a Queen!

Palavras para quê... Long live the Queen!


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Nostalgia...

Ao rever o blog, dei comigo a olhar duas vezes para esta foto. A primeira foto que aqui entrou. Tirada pelo Fernando Silva num passeio pelo rio Homem acima durante um intervalo entre duas filmagens. A Queen (à esquerda) tinha 4 anos. A Hevia (à direita) tinha 2 anos. Neste momento, a Hevia tem 10 anos e a Queen, sua mãe, completará 13 anos amanhã, dia 28. O tempo é um ladrão!
Este blog foi iniciado pelo Fernando na sala de estar da Pensão da D.ª Adelaide durante um cafézinho depois de jantarmos. Um jantar memorável: Tinhamos reservado rojões para três. O Fernando, eu e o fotógrafo. Chegámos antes do fotógrafo. Veio para a mesa uma travessa de rojões enorme! Pedimos à senhora para retirar a porção do fotógrafo para não arrefecer. Ela olhou para nós durante um momento e disse: "Não se preocupem.". Afastou-se sem levar a dita dose de volta. Olhá-mos um para o outro com ar de quem foi completamente ignorado.
Quando o fotógrafo chegou, a travessa ainda tinha metade da comida. Pedimos à senhora para que a levasse de volta à cozinha e a aquecesse. Ela, novamente olhou para nós com um ar condescendente e retirou-se. Incrédulos, vimo-la a regressar com uma segunda travessa de rojões que era a dose do fotógrafo! Não conseguimos acabar com a comida que teimava em crescer sobre a mesa! A Queen e a Hevia ainda tiveram direito a um petisco de rojões pois ninguém vence a abundância da mesa duma minhota!
Fernando Silva, obrigado pelo blog, pelos conhecimentos que partilhas-te, pelas oportunidades onde evidenciámos que o Lobo Checo não é um "híbrido semi-selvagem" e acima de tudo pela bem disposta companhia.


sábado, 7 de maio de 2016

sexta-feira, 8 de abril de 2016